Osteoporose: diagnóstico densitométrico do T ao Z
Resumo
A osteoporose é uma doença esquelética caracterizada pela redução da resistência óssea e aumento do risco de fraturas por fragilidade1,2. A densitometria óssea por absorciometria por dupla energia de raios X (DXA) permanece o método clínico mais amplamente disponível e validado para o diagnóstico, estratificação de risco e monitoramento da resposta terapêutica3,8. O diagnóstico da osteoporose evoluiu de uma abordagem centrada exclusivamente na densidade mineral óssea (DMO) para uma avaliação integrada que incorpora idade, sexo, microarquitetura óssea e fatores clínicos de risco6,8. Este artigo revisa de forma abrangente o diagnóstico densitométrico da osteoporose “do T ao Z”, abordando os fundamentos físicos da DXA3, a interpretação clínica do Z-score e do T-score8, as limitações da DMO isolada1,2, o papel de ferramentas complementares como o Trabecular Bone Score (TBS) e o FRAX6,8, bem como as evidências e controvérsias relacionadas ao monitoramento densitométrico durante o tratamento farmacológico12-16. Evidências robustas demonstram que alterações na DMO se correlacionam com a magnitude da redução do risco de fraturas1,2,12.
Unitermos
Osteoporose; densitometria óssea; monitorização terapêutica; Trabecular Bone Score; TBS.Correspondência: Vera L. Szejnfeld, e-mail: [email protected].
Como citar este artigo: Szejnfeld VL. Osteoporose: diagnóstico densitométrico do T ao Z. Rev Paul Reumatol. 2025 jul-set;24(3):62-5. DOI: https://doi.org/10.46833/reumatologiasp.2025.24.3.62-65.
A autora não contou com apoio financeiro.
A autora declara não ter interesses associativos, comerciais, de propriedade ou financeiros que representem conflito de interesses nos produtos e empresas descritos neste artigo.
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